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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 Tags: 0 comentários

Faça um estranho feliz

Espalhe um pouco de felicidade no mundo...

De que forma? Enviando um presente para algum endereço casual escolhido por meio do Google Maps. É a proposta do mashup Gift a Stranger.

Basta preencher dados como o seu nome e fazer o upload de uma foto do presente que lhe apetece dar, para depois imprimir o destinatário. O site depois mostra para quem você enviou o presente.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011 Tags: 0 comentários

Ted Willians e sua voz... Agora online!

Ted Willians, o morador de rua da voz de ouro tornou-se a nova celebridade instantânea da internet. E as formas de explorar este sucesso não cessam.

A última novidade deste case é o site Ted Willians Your Voice. Nele é possível gravar uma mensagem de no máximo 10 segundos, que será transformada em uma voz…

As gravações geram doações. Interessante isto. Cada gravação salva gera doação de US$ 0.25 para a National Coalition For The Homeless e para Ted Willians.

A volta por cima do mendigo locutor

Ted Williams, morador de rua, tornou-se locutor de modo instatâneo, após um vídeo seu se transformar em sensação na internet em função da sua voz. Com 53 anos, após o sucesso online, uma chuva de ofertas de empregos chegou ao sem-teto.

Ted é a voz da nova campanha da Kraft, para o seu tradicional Macaroni & Cheese, além disso, conseguiu também um emprego em tempo integral no Cleveland Cavaliers, time da NBA.




Fonte: Brainstorm9 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011 Tags: 0 comentários

Nova campanha Axe: “Até os anjos cairão”...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010 Tags: 0 comentários

Uma lição pré-socrática: "Panta Rhei"


Lá nos tempos da Grécia antiga, vivia um filósofo chamado Heráclito. Ele costumava dizer que "tudo flui" ("panta rhei"). Tudo está envolto por um constante devir. Nada é, mas tudo está vindo a ser. As coisas não cessam de acontecer...


Tempo é o fluxo da realidade. É o suceder dos acontecimentos. Fora de nós, os segundos não param. Os instantes não se paralisam. Tudo continua fluindo. Em nada resulta erguermos castelos encantados num mundo de imaginação, dentro de nós. A vida não nos espera sonhar para continuar. Se não estivermos acordados e com os pés no chão, nada acontecerá ou virá até nós. 


A inércia é um dos males do nosso século. Por quê? Porque "tudo flui", e quem pára perde-se no tempo. A vida nunca dá carona, nem espera por alguém. Ela continua seguindo o seu caminho, com ou sem a nossa vontade. Somos nós que estamos passando por ela, e não o contrário...



Mas nunca é tarde para acordar. Eu particularmente não acredito no termo "impossibilidade". Pelo menos não até experimentá-lo. Com boa vontade aliada a atitudes realistas, milagres podem sim acontecer. Milagres? Sim! Porém não digo isto em sentido sobrenatural. Não conhecemos do que somos realmente capazes. 

Na verdade, pensar positivamente já mudaria tantas coisas na vida. As pessoas ignoram o poder dos próprios pensamentos. Entregam seus cérebros apenas às problemáticas do cotidiano, e não tem tempo para sorrir, para viver, para buscar felicidade. Acabam entregando-se a momentos fugazes de existência, julgando que isto basta. Meras sobras do que não foi. Resquícios do que não será...




Eu descobri uma coisa. Para viver é fundamental ter uma ambição. Ambição de vida. Ter uma meta real e buscá-la, por mais alta ou improvável que seja. Por quê? Porque é isto que alimenta o espírito. Seguir avançando, para não recuar. Não ser engolido pelo marasmo do tempo. Por quê? Porque "tudo flui"...

Tudo se move. Tudo muda. Tudo se transforma. "Tudo flui" e nada fica como é. Coisa alguma é estável. Tudo segue seu curso. Assim é a vida. Assim sejamos também nós! Não permaneçamos parados diante do fluxo da vida! Deixemos a estática para os livros de física, e vamos direto ao movimento... Atreva-te a caminhar..

sábado, 27 de novembro de 2010 Tags: 0 comentários

A incrível arte de pensar...


Vivemos numa sociedade tão negativista! Nuvens de pessimismo e ceticismo estão sempre pairando ao nosso redor. Não adianta ter um enorme potencial, sem há “alguém” tentando nos fazer pensar o contrário. Mas do que você é realmente capaz? 


A maioria das pessoas não se pergunta isto. Vão até onde acham que podem. Nossos olhos não foram feitos para enxergar apenas obstáculos. Mas nos acostumamos com eles. Adaptamos-nos a ver somente as dificuldades. Não que devamos esquecê-las. A questão é que nos concentramos demais nas afrontas e empecilhos presentes em nosso caminho, e, não raro, nos desligamos do próprio caminho e de nossos objetivos.



Vivo ouvindo frases como: não tem como! Não posso! Não sei! Não dá! Parece que nossa realidade é tão negativa que não conseguimos sair disto. No entanto, será que alguém já parou para pensar no que a palavra “não” representa? É fácil pensar ou imaginar uma maçã? E uma TV? Ou suco de açaí? Ou quem sabe um Sabiá? Simples, não é? São todos seres animados. São objetos concretos. Então imagine beleza, ou raiva, ou amor. Ou quem sabe entusiasmo, ou depressão, ou graça. 



Também é possível ver estas palavras em nossa mente. Podemos associar a alguma coisa que nos incite determinado sentimento. Conseguimos captar o que seria a idéia destas coisas. Podemos abstraí-las. Criamos imagens ou associações para todas as palavras que usamos. Certo? Então, faça-me um favor, crie uma imagem para a palavra “não”. Mas não veja alguém dizendo não, ou você comentando algo negativo. Use simplesmente a palavra “não”, sem contextualizá-la. Crie um cenário estático, que traduza esta palavra. Você é capaz?



Eu digo que posso visualizar a maçã em si, o pássaro em si, a beleza em si. E pergunto: alguém é capaz de visualizar a negação em si? Afinal de contas, o que esta palavra significa, já que não podemos criar uma imagem mental que a identifique por si mesma? 





Ouso afirmar que dentro do seu cérebro, o “não” é algo vazio. Nosso cérebro trabalha com focos. Ele faz um intercâmbio entre abstrato e concreto. Ele associa, relaciona, analisa, determina, junta, separa. Mas ele sempre age com algum foco em vista. O que eu estou querendo dizer é que dentro da sua mente “fazer” e “não fazer” são praticamente a mesma coisa. Seu cérebro não tem imagem alguma para interpretar este “não” que você diz. O “não” é uma palavra vazia. Negamos quando falamos, mas não existe forma de negar pensamento. Palavras são ou não são. Pensamentos sempre são. E é você quem decide se eles irão ser negativos ou positivos. 



Quando você pensa coisas negativas, não coisas ruins, coisas negativas. Quando você tem pensamentos repletos de “nãos”, você está apenas consumindo energia cerebral com algo que você não quer. Opa! Mas se você não quer, por que então você pensa nisto? Não deixa de ser uma pergunta interessante esta. 



O seu cérebro, eu repito, não vai saber distinguir. E de um jeito ou de outro, consciente ou não disto, você vai querer mentalmente algo que em suas palavras você diz não querer. Ou pelo menos estará gastando energias com isto. Pode parecer estranho, como realmente é num primeiro momento, mas eu não estou inventando isto. Não é coisa que está saindo da minha cabeça. É por isto que eu digo, determine o que você quer, e deixe seu cérebro focá-lo. Nada de ouvir as pessoas dizendo que não tem jeito, ou de pensar que não pode. Desta forma, você nunca será capaz de nada. Apenas acredite, acredite que é possível e tente. É nos nossos pensamentos que começamos a desenhar a realidade das nossas vidas. E se você realmente quer algo: pense, acredite e busque! O pensamento positivo não traz tudo, porém traz muito mais do que ficar pensando nos “nãos” que te aguardam pelo mundo afora.



Pense bem nisto. Todos nascem capazes de incontáveis coisas. A diferença é que alguns acreditam mais nisto, e buscam se aprimorar. Outros se perdem em suas negações. Só se torna incapaz quem acredita ser, ou aceita ser. Por que você não enterra este “não consigo”, e tenta? De vez em quando, talvez precise também tapar os ouvidos, mas continue. Tente. Busque. Acredite. Se tantas pessoas foram longe nesta vida, por que não podemos nós também ir? Tudo é uma questão de foco, fé decidida e atitude...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010 Tags: 0 comentários

Ser ou não ser em vão?


Hoje trago um assunto relativamente díspar para o nosso blog. Passei parte do meu final de semana em um velório. Depois de quase 10 anos retornei a um cemitério, mesmo prenunciando que não volveria se não fosse caso extremo. Fazia algum tempo que não via e sentia tantas doses dor pairando ao meu redor.

Uma vida se foi. Mas vidas não se extinguem o tempo todo? Sim! Mas algumas vezes é diferente. Creio que não temos experiência real da nossa finitude propriamente dita. Pelo menos cientificamente não. Só percebemos a limitação do outro. A forma como isso afeta a cada pessoa permite que cada um construa seu próprio conceito de extinção.

Às vezes a morte de outrem mexe conosco. A empatia entra em ação. Sentimos compaixão. Dói, mesmo sem que seja parente nosso. Machuca, mesmo sem ter conhecido efetivamente. Incomoda, mesmo sem ter um por que. Mas por que é assim?

Somos seres humanos. Temos falhas e qualidades. Não sabemos lidar com tudo, por mais maduros e preparados que possamos ser (ou parecer). Não raro, a dor aproxima as pessoas. Quero proteger quem perante os meus olhos parece frágil. No outro lado da moeda, bate a indignação, a vontade incontrolada de querer resolver as coisas, de mudar, de proceder com a devida retaliação.

Todavia, como é difícil ser humano. Descobrir a medida necessária entre pensamentos, emoções, desejos, objetos, fatos, pessoas, relações. Aristóteles dizia que a virtude está no meio. No entanto, há quem ensine que não devemos oscilar entre extremos (consta na Bíblia). Quente ou frio, morno não! Qual caminho tomar? Nenhum deles é reto, ou não apresenta garantias. Como escolher? Direção? Tempo? Prazer? Dor? Justiça?


Qual será mais justo? Justo? Mas dizem que a Justiça é cega. Ou melhor, ela fecha os olhos. Em parte, para não se responsabilizar dos próprios atos. Se o Direito respondesse por si mesmo, talvez criasse um paradoxo. Possivelmente teria de julgar e prender a si próprio. Diante desta impossibilidade, a Justiça permanece cega. Por isso, os excluídos ou ignorados pela justiça dos homens tem que gritar para tentar ser ouvidos.

O velório em que eu estive presente findou com um grito. Algumas pessoas ouviram. Outras viram. Uns poucos vão se recordar ao longo da semana, do mês, do ano. Outros irão lembrar-se sempre. A dor aos poucos irá melhorar, mas indubitavelmente não passará. No entanto, o grito em uníssono, as lágrimas reunidas e o sentimento compartilhado, tudo isso gravarão marcas permanentes nas pessoas.

A vida não é vã, por mais que se encontrem vazios durante ela. É deveras valiosa em todos os instantes que vivenciamos, e que preenchem nosso ser. O fim de semana foi um momento peculiar, porém singelo. Talvez não faça diferença para quem não assistiu, ou observou e não entendeu do que se tratava. Ou quem sabe faça toda a diferença para quem esteve lá enxergou e sentiu, e para quem não estava, mas quem sabe pode encontrar-se com o passado ao ler ou ouvir e avistar pela imaginação.

O importante é o que fica. O presente caminha. Então, até a próxima postagem...

terça-feira, 26 de outubro de 2010 Tags: 0 comentários

A carta da vez é o MySpace. Ou será que era?

MySpace é uma rede social que utiliza uma rede interativa de fotos, blogs e perfis de usuário. Foi criada em 2003. Por um período considerável foi a maior rede social do mundo. Até recentemente era a maior rede social dos Estados Unidos e segunda maior do mundo.

O  MySpace possui sistema interno de e-mail, fóruns e grupos. Outrora, a então crescente popularidade do site e a possibilidade de hospedar arquivos de áudio no formato Mp3 fizeram com que muitas bandas e músicos se registrassem, tornando inclusive suas páginas de perfil o seu site oficial.

O Google Trends revela que o interesse global pelo MySpace começou a crescer em 2005, apresentando o seu ápice em 2007. Durante 2008 o interesse pelo MySpace refletido no volume de referências demonstrou-se até certo ponto estável. Foi o ano em que o MySpace conseguiu se aproximar dos 120 milhões de perfis ativos.

Pesquisa pelo MySpace no Google Trends

No entanto, no final de 2008 os ventos mudaram para o MySpace. Foi quando ele começou a perder espaço para redes sociais alternativas (subentenda-se Facebook). A rede primeiro viu sua base de usuários estagnar-se. A leitura do gráfico do Trends para 2009 e 2010 revela o que aconteceu com o MySpace neste período. Após a estagnação vem a desativação de perfis.

No Brasil, o MySpace teve o seu apogeu entre o fim de 2008 e quase todo o ano de 2009. Sendo muito referenciado em São Paulo, as por customização de layout dominaram o Google. Assim como em todos os países onde o MySpace fez sucesso, no Brasil  boa parte da audiência foi visitar o serviço atraída pelos artistas famosos que lá estavam e/ou pelos novos artistas lançados no MySpace.


O MySpace fez muitas grandes apostas. Parte considerável da boa receptividade para a ferramenta aconteceu em função da hospedagem de vídeos e Mp3. Com a popularização do YouTube, e o surgimento de “n” formas de se distribuir arquivos Mp3, o MySpace acabou perdendo espaço. Surgiu muita concorrência de produto, porém muito mais ainda concorrência genérica.

Quando o conglomerado de mídia News Corporation comprou a rede social por 580 milhões de dólares, o MySpace estava prestes a alcançar o patamar dos 100 milhões de usuários. Avaliações indicavam que em 2 anos o serviço valeria cerca de 15 bilhões de dólares. As mesmas pessoas avaliavam Facebook e YouTube em 1 bilhão de dólares.

Visão do Google Insights para pesquisas do Brasil

Não levem tão a sério as projeções. São possibilidades. Algumas acontecem, outras não. Dependem sempre de uma série de fatores. Hoje, o Facebook vale 15 bilhões de dólares, e o MySpace está em decadência. Ruma para se tornar uma rede segmentada, fonte de entretenimento para músicos e apreciadores. Pouco para quem já foi o maior do mundo.

Mas é assim que funciona. Muitas fórmulas novas foram lançadas. Serviços se reinventaram. E o MySpace não soube como lidar com os adversários. Aqui cabe um axioma: chegar ao topo é fácil, difícil é manter-se lá. O MySpace é prova digital legítima disso.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010 Tags: 0 comentários

LinkedIn: você conhece? Mas deveria...

Hoje é dia de analisar o LinkedIn. Trata-se de uma rede de negócios que foi fundada em 2002 e lançada em 2003. É análoga a outras redes de relacionamento, mas seu foco é a utilização por parte de profissionais. A rede conta com uma base de usuários do patamar de 75 milhões. No Brasil ainda é pouco conhecido, tendo em torno de 2 milhões de usuários.

O escopo do LinkedIn é permitir que os usuários registrados mantenham uma lista detalhada de contatos com pessoas e empresas. Membros dessa lista são designados como conexões. Pode-se convidar qualquer pessoa (independente de ser usuário LinkedIn ou não) para tornar-se uma conexão. A rede é gratuita, mas possui ferramentas pagas para triagem de executivos, contando com 60% das 500 maiores empresas listadas pela revista Fortune como clientes.

LinkedIn é um serviço polivalente. Sua lista de conexões permite muitas manobras, tais como: a geração de uma rede de contatos acastelada, onde haja acúmulo de contatos e mediante as conexões diretas e indiretas possam-se tirar proveitos do modelo das redes sem escala; as recomendações que surjam na rede é um elemento significativo, pois através delas podem-se encontrar pessoas e oportunidades que acrescentem; por fim, não raro, empregadores listam trabalhos e pesquisam no LinkedIn por candidatos em potencial.

Uma pesquisa no Google Trends aponta que o crescimento do volume de informações da rede nas pesquisas do Google aconteceu a partir de 2007. Sendo que 2009 e 2010 apontam como sendo anos de muita relevância para o LinkedIn no mundo. De modo particular, o LinkedIn é muito pesquisado na Índia e na Holanda.

Pesquisa pelo LinkedIn no Google Trends

O Google Insights para pesquisa mostra que deve ser considerável o número de pessoas que escreve o nome LinkedIn errado ou não se recorda como escreve e pesquisa apenas por parte do nome. Também revela que a pesquisa é associada a trabalho. Algo esperado em função da segmentação da rede. Mas isto em termos globais.


No Brasil, São Paulo é de longo o estado com mais quantidade de referências ao LinkedIn, seguido por Rio de Janeiro e Espírito Santo. As buscas centram-se na página de login do serviço e na página em português do Brasil, que é algo relativamente recente, visto que a tradução foi lançada em abril deste ano.

Visão do Google Insights para pesquisas do Brasil

A aposta do LinkedIn é a sua segmentação. Ele não disputa espaço com outras redes sociais. Já é a maior rede social para profissionais do mundo, e pode facilmente coabitar com outras redes, inclusive usufruindo de outros perfis em mídias sociais dos seus usuários para crescer mais. O gráfico do Google Insights para pesquisa mostra como são positivas as expectativas para o LinkedIn. É uma aposta que vale a pena. É questão de tempo para o seu valor ser reconhecido no Brasil. Então, é bom ficar de olho!

domingo, 24 de outubro de 2010 Tags: 0 comentários

Twitter: o SMS da internet

Alguns definem o Twitter como uma rede social. Mas não é unanimidade. A definição mais comum é a de servidor para microblogging. O Twitter é permite aos usuários enviar e receber atualizações pessoais de outros contatos. Os textos são de no máximo 140 caracteres, chamados de "tweets".

As atualizações são expostas no perfil de cada usuário em tempo real e igualmente remetidas a outros usuários seguidores. As atualizações de cada perfil podem ocorrem mediante o site do Twitter, RSS, SMS ou algum programa especializado para gerenciamento (como o TweetDeck).

O Twitter foi criado em 2006 por Jack Dorsey e ganhou notabilidade e popularidade por todo mundo. Chegou mesmo a ser descrito como o "SMS da Internet".

O Google Trends revela que o Twitter só foi realmente descoberto em 2009. Até então sua relevância nas pesquisas era praticamente insignificante. A base de usuários do Twitter é um assunto no mínimo relativo. São 96 milhões de cadastros feitos desde o ano de fundação da ferramenta (segundo a levantamento da consultoria comScore). No entanto, pesquisas revelam que 30 milhões destes não postaram uma mensagem sequer. As informações vão ainda mais longe: 28,87% das contas no Twitter são reais, isto é, seguem e são seguidos por pelo menos outros 10 perfis do Twitter.

Pesquisa pelo Twitter no Google Trends

O Twitter é a rede social, ou ferramenta de mídias social, que mais cresce no mundo atualmente. Mas é preciso salientar que há uma considerável diferença entre usar o Twitter e estar no Twitter.

O crescimento é realmente vertiginoso. O volume de referências é muito grande. Basta olhar a ascensão do gráfico. Quem se recorda do gráfico do Orkut nota a disparidade entre as tendências para as ferramentas se comparadas (e é o que vamos fazer noutra postagem).


O Google Insights para pesquisa revela que no Brasil os estados com maior volume de pesquisas sobre o Twitter são: São Paulo, Sergipe e Amazonas. Isto demonstra que o público do Twitter deve ser muito diversificado.

Visão do Google Insights para pesquisas do Brasil

Trata-se de uma ferramenta que está crescendo consideravelmente. O futuro não indica redução desta taxa. Porém, o Twitter terá de se reinventar se almeja ganhar ainda mais espaço. Seu grande trunfo é não ser uma rede social como as outras, e poder viver paralelo a elas. Enquanto Orkut, Facebook e outros travam uma luta para ser a rede preferencial de cada usuário, o Twitter convive com todas elas.

Orkut: entre a unanimidade e a estagnação

O Orkut é uma rede social pertencente ao Google. Ela foi criada em 2004 com o desígnio de ajudar seus membros a conhecer pessoas, criando relacionamentos. O nome Orkut é originado no projetista chefe Orkut Büyükkokten, um engenheiro turco do Google.


Inicialmente o Orkut almejava ganhar terreno nos Estados Unidos, contudo a maior parte da base de usuários é brasileira ou indiana. No Brasil é a rede social com maior audiência, contando com aproximadamente 29 milhões de usuários (segundo a comScore em relatório liberado em 07/10/2010).

Lendo os resultados, podemos notar que o Orkut teve seu “boom” de crescimento global em 2006. O ápice aconteceu no final de 2007. O volume internacional de referência ao Orkut alcançou neste período sua maior relevância.

Pesquisa pelo Orkut no Google Trends

Segundo o Google Trends, o Orkut perdeu relevância nas pesquisas globais entre 2008 e 2009. Olhando para os gráficos não está expressa uma queda grande. Talvez sinal de que a rede estabilizou-se. Em 2010 teve momentos de crescimento. É bom salientar que a rede estagnou-se. Ele alcançou alguma popularidade recente no Paraguai. Mas vive de sua base de usuários no Brasil e na Índia. Na Europa e E.U.A. a rede não é significativa.

Quando analisamos o tráfego no Brasil, o Google Insights para pesquisa analisa nos revela que a região com maior tráfego de pesquisas é a nordeste, especialmente o Piauí. Sinal da popularização da rede social no país. Os termos mais buscados são login, recados e mensagens.

É interessante notar que o calcanhar de Aquiles do Orkut é sua estagnação. 26 milhões de usuários é muita coisa. Mas como veremos nas próximas análises, o Orkut estagnou-se. Principalmente quando se pensa que existem redes sociais com mais de 500 milhões de usuários, e que elas se popularizaram depois do Orkut.

Visão do Google Insights para pesquisas do Brasil

As previsões apontam para este Orkut com uma base de usuários estável. Agora é pensar se estável aqui é algo bom. Eu acho que não...

sábado, 23 de outubro de 2010 Tags: 1 comentários

As bolas de cristal do Google



Hoje é dia de lançar uma nova seção no blog. Doravante vamos analisar tendências de produtos e serviços fazendo uso de ferramentas disponíveis na internet. Vamos começar com as bolas de cristal do Google: Trends e Insights para pesquisa.

Algum tempo atrás eu entrei em contato com uma ferramenta do Google que passei a considerar muito útil e oportuna: Google Trends. Ele permite avaliar parte das buscas do Google para computar quantas procuras foram feitas para os termos em relação ao total de buscas feitas ao longo do tempo. Um gráfico exibe os resultados. Este mostra a quantidade de vezes que o assunto surgiu. É um serviço que aponta tendências. O Google Trends mostra a disposição dos usuários para procurar um determinado tópico no Google.


Se fosse dar uma definição do Google Insights para pesquisa, provavelmente seria idêntica a definição dada para o Google Trends acima. Eles fazem quase a mesma coisa. Inclusive, utilizam os mesmos dados. Só que o Insights para pesquisa é uma espécie de extensão do Trends. Ele apresenta recursos mais avançados. No Insights para pesquisa você pode optar por visualizar os dados de propriedades selecionadas do Google, incluindo Pesquisa na web do Google, Pesquisa de imagens, Google Product Search e Pesquisa do Google Notícias.


Nas próximas postagens vou fazer uso destas ferramentas e fazer uma análise de tendências para algumas mídias sociais das quais faço parte: Orkut (maior rede social do Brasil), Facebook (maior rede social do mundo) e Twitter (rede social que mais cresce na atualidade). Aliás, vou incluir ainda o MySpace, que já foi a maior rede social do mundo e encontra-se hoje em decadência, o Linkedin, uma rede segmentada voltada para os negócios e muito usada por profissionais, dentre outras mídias sociais.

Então, se liguem nas tendências do mundo tech!

A caixa de Pandora: crise na Mitologia Grega!

Algum tempo atrás assisti a uma palestra da jornalista Daniela Tolentino sobre gerenciamento de crise. O assunto é importante e me fez mergulhar em uma reflexão. Hoje eu quero partilhar estes pensamentos a que foi conduzido pelo assunto. Tudo começa com uma viagem aos mitos da Grécia antiga.

Diz-se que Zeus, o chefe do Olimpo, sentia ódio em seu coração. Não raro, ele sentia prazer em castigar os seres humanos. Certa vez, decidiu vingar-se de um titã (uma das gerações de divindades gregas) de nome Prometeu. Ele roubara uma faísca do sol para com ela iluminar a inteligência humana.

Zeus então resolveu puni-lo fazendo-o perder-se para sempre através de uma mulher admirável, possuidora de todos os dons. Chamava-se Pandora, a primeira mulher! Ela foi criada e remetida para Epimeteu (o que vê depois), irmão de Prometeu (o que vê antes). Embora fosse avisado por seu irmão a não receber nenhum presente de Zeus, de quem desconfiava muito, Epimeteu acabou acolhendo Pandora.

Interpretação da caixa de Pandora feita em aula de Fotografia no 4º Período do curso de Comunicação e Marketing

Ela trouxe consigo do Olimpo um presente de matrimônio para Epimeteu: um baú áureo hermeticamente fechado. O final da história talvez todos conheçam. A caixa de Pandora foi aberta. De lá saíram desventuras e calamidades para os homens que conviviam serenos e felizes até então.

Mas voltemos nosso olhar publicitário para dois dos personagens deste mito: Epimeteu e Prometeu. O que vê depois (Epimeteu) é irmão do que vê antes (Prometeu). Passado e futuro são aproximados. Antever e postergar. O gerenciamento de crise é uma oportunidade ímpar para a divisão destas águas.

Crise, do grego “krísis ou kríseós” significa “ação ou faculdade de distinguir; decisão; momento difícil”. Para os latinos, “crìsis”, “momento de mudança súbita”. Ou seja, é pela própria natureza algo repentino (segundo os latinos) e abstruso, complicado (segundo os gregos). Todavia, é igualmente um momento marcante e difícil, onde a capacidade de decisão surge como elemento condicionante para como será o futuro doravante.

Há quem espera, ou se não antecipa, enxerga adiante, e consegue lidar mesmo com o inesperado. E há quem espera acontecer, e se perde por não conseguir gerenciar o que é brusco. A atitude de postergação é perigosa. As crises nem sempre são passíveis de detecção prévia. E depois que teve início o desenrolar da trama, como fica a situação?

Poucos desenvolvem maestria em prognosticar o inesperado. Mas é de inestimável valor saber lidar com os imprevistos, pois eles invariavelmente acontecem. Os momentos de crise são sempre difíceis, mas não raro, são neles que se encontram oportunidades para se reinventar e dar a volta por cima.

As caixas de Pandora estão espalhadas pelo mundo. Qualquer pessoa pode deparar-se com alguma delas. O momento pode ser apropriado. Porém, costuma ser no instante mais inadequado possível. E o que resta fazer é ser como Prometeu, é ver antes, é estar apto para gerenciar o que surgir independente do que for.

Deixemos Zeus em paz. E como Pandora não está aqui, hora de fechar a caixa...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010 Tags: 0 comentários

O SENHOR DOS ANÉIS: a invasão arquetípica da sociedade


Olá pessoal! Há algum tempo postei sobre os arquétipos. A ideia era preparar terreno para falar sobre outros assuntos. Hoje faço o primeiro desdobramento do tema. Vou recorrer a uma estória para aprofundar e exemplificar: O SENHOR DOS ANÉIS. Então, peguem seus arcos e elmos, e embarquemos numa viajem rumo a Terra-Média, onde Gandalf, o Branco está a nossa espera...


John R. R. Tolkien foi um escritor importante. Era professor de anglo-saxão e de literatura inglesa em Oxford. Seu caminho literário foi caracterizado pela criação de um universo mítico incomparável. Livros como O Hobbit, O SENHOR DOS ANÉIS e O Silmarillion formam um exemplar de mitologia desenvolvida e abrangente. A obra fundamental é O SENHOR DOS ANÉIS. Um produto complexo, que possibilita leituras ricas e duradouras.

No livro O SENHOR DOS ANÉIS o protagonista não é um personagem. Não é Frodo, o portador do UM ANEL (expressão empregada no livro). Nem Sauron, o personagem que dá título ao livro. Nem o UM ANEL, inigualável entre todos os anéis. O mundo mítico em sua esfera arquetípica protagoniza a narrativa.





Tolkien não desenvolve diretamente os personagens de O SENHOR DOS ANÉIS. Ou pelo menos não explicitamente. Não são personagem acabados. Existem lapsos nas descrições de cada um. Mas a exposição da Terra-Média é repleta de detalhes e digressões. Há momentos em que parece mesmo como que saltar diante dos olhos. Afinal, ela e a sua mitologia protagonizam genuinamente a trama.

É um universo arquetípico. Vemos elementos míticos emergirem a todo instante. Gandalf, o mago, o arquétipo do Velho Sábio. Aragorn, o rei sem reino, em busca do reinado, o arquétipo do Herói. Golum (pela dupla personalidade) apresenta de algo explícito: o arquétipo da Sombra (algo como um lado mal).

Assim é O SENHOR DOS ANÉIS. Os personagens preenchem uma imagem geral. Não preciso saber da história de Gandalf para perceber sua capacidade. Ele por si só já preenche minhas expectativas, pois o personagem materializa um arquétipo. Uma imagem primordial capaz de ativar determinado conteúdo em meu inconsciente. É um dos segredos por trás do potencial cativante da saga do UM ANEL.

A leitura arquetípica é fundamental para o devido entendimento do impacto causado pela saga, seja nos filmes, seja na literatura. O SENHOR DOS ANÉIS brinca com o imaginário, com a capacidade que as pessoas têm de crer, de conectar e amalgamar imagens. Os personagens apresentam formas básicas, cujo conteúdo não é totalmente formatado. Isto abre espaço para que haja projeção e identificação.




Há algo em comum entre os personagens e quem os vê. Os arquétipos possibilitam a identificação. Mas você também pode “jogar” atributos seus na trama. Os lapsos abrem espaço para isto. É possível projetar características pessoas nos personagens e agir realidade no processo. Existem brechas que permitem isto, e parecem brincar com nossa imaginação.

Mas é igualmente viável o processo de identificação. Posso identificar um aspecto ou um atributo de outrem. Isto pode mexer comigo, e mesmo me transformar, mesmo que parcialmente. O universo arquetípico de O SENHOR DOS ANÉIS, repleto de seres míticos, atinge em cheio a capacidade de imaginação das pessoas. É incrível a capacidade que o impossível tem de cativar.

E assim, aguardando o retorno do rei, eu me despeço.

As eleições e as mídias sociais

A internet foi indubitavelmente um campo muito disputado nestas eleições presidenciais. Os números demonstram isso. No Facebook, Dilma Rousseff tem um perfil com 4.882 amigos e uma página curtida por 15.889 pessoas. Sua comunidade oficial no Orkut conta com 23.290 membros. Além dos 272.595 seguidores no Twitter. 

José Serra chegou antes nas mídias sociais. Seus números refletem esta aposta. No Facebook 29.963 pessoas curtiram sua página. Sua comunidade oficial no Orkut conta com 148.153 membros. Fora os 3 perfis lotados, totalizando 2.791 amigos. No Twitter José Serra conta com 526.030 seguidores.

Ambos os candidatos têm blogs oficiais, só que sem cara de blog. É interessante como houve a tentativa de aproximação entre as candidaturas e os usuários de internet. Após o caso Barack Obama a internet ganhou status de primeiro plano nas campanhas. No Brasil, parece que os presidenciáveis perceberam o quão estratégico era investir neste meio de comunicação.

A pergunta que fica é onde ficou o espaço para a comunicação? Se você entrar no blog www.serraescreve.blogspot.com, por exemplo, não há como fazer comentários. O www.dilma13.com.br e suas notícias com cara de release de imprensa não tem cara nenhuma de blog, por mais que os petistas o referenciem como blog.

No Twitter, a Dilma simplesmente não responde quase nada. O Serra só usa Twitter nas madrugadas. Alguém já pensou no hiato que fica durante todo o dia? Será que eles realmente aprenderam algo com a campanha do Obama? Difícil acreditar.

As redes sociais influenciam a aceitação ou rejeição dos candidatos. A internet é um veículo interativo e colaborativo. É um local onde as pessoas querem conversar. Dizer e ser ouvido. Oferecer e receber feedback. As mídias sociais estão sendo marcadamente empregadas como ferramentas eleitorais, e não como canal de diálogo com a sociedade.

Com o advento da internet na campanha eleitoral brasileira, os candidatos ganham poder renovado. Surgiu a possibilidade de falar abertamente com o povo. Facebook, Twitter, YouTube, Orkut, Flickr, entre outros, trouxeram democracia qualificada para estas eleições. Todavia, aqui segue o axioma: uma coisa é ter a ferramenta, outra é saber como usar.

Houve quem chegasse no Twitter dizendo que iria “fazer muito discurso”, queria sim “trocar ideias, ouvir sugestões”. Como fazer isto sem a concretização da comunicação que é o feedback? Gerar conteúdo direcionado apenas para quem já apoia é fácil e está longe de ser uma escolha inteligente. A quantidade de pessoas indecisas é enorme. Mas será que algum dos candidatos pensou nesta parcela da população?

Os eleitores da Marina Silva podem decidir o futuro desta eleição. Mas se fossem trabalhados, os indecisos tem potencial muito maior de decisão. As abstinências não param de crescer. Mas em vez de se preocuparem com isto, os candidatos preferem declarar guerra e trocar acusações, cavando episódios que nada tem a ver com estas eleições e em nada acrescentam para a campanha de cada um.

As redes sociais influenciam. É uma forma dinâmica de transmitir e receber informações sobre os candidatos. O diálogo entre os usuários pode fundamentar posições até então indeterminadas. As redes ainda são ponto de encontro com formadores de opinião. Nelas é possível a mobilização em prol de uma causa, desde que embasada ou simplesmente interessante. O poder de influenciação ou sugestão de tais ferramentas é ímpar.

No entanto, este sugestionamento é muito relativo se for levado em consideração o trabalho que poderia ser feitos nas mídias sociais. As comunidades criadas possuem fóruns que beiram a inércia. O debate não é fomentado. O que importa são os números, a quantidade de pessoas associadas aquele perfil em particular. É deveras útil ampliar a visibilidade, mas sem interação o impacto da visibilidade gerada fica muito aquém do que as mídias sociaistêm a oferecer.

Alguns sites muito bons foram criados ao longo da campanha. Em certos blogs pode-se encontrar muito conteúdo qualificado oriundo de diversas mídias. Só que inacreditavelmente, o conteúdo está criado, publicado, entretanto, não é divulgado. Será que os responsáveis pelas campanhas digitais dos presidenciáveis não perceberam a importância da sinergia da informação para ampliação da visibilidade e devido proveito do conteúdo gerado?

De modo geral, há uma grande desorganização na divulgação das informações. É muito provável que nem Dilma Rousseff, nem José Serra tenham conhecimento de todos os recursos de suas campanhas digitais. Os agentes de mobilização são ignorados e/ou subestimados.

Falhas existem aos montes. Todavia, aos trancos e barrancos, as interações entre presidenciáveis e o povo estão acontecendo. E o local ideal para isto são as mídias sociais. Hoje a influência dá-se muito mais pela coleta de informação por parte do usuário em tais ferramentas, do que pela interação propriamente dita com os candidatos. 

A internet possibilita questionamento, e é difícil encarar algumas coisas. A comunicação é horizontal dentro das redes sociais. É diferente. E, portanto acarreta exigências diferenciadas aos candidatos. Trata-se de um canal para o diálogo aberto. O público está online. E está cansado de só ouvir pela TV e rádio. E na internet este público tem voz, pode falar. 

A internet talvez seja uma esperança para uma democracia verdadeira. Mas a comunicação digital ainda tem muito que amadurecer. Ainda estamos longe de poder medir o real poder de influência que as mídias sociais podem exercer sobre os eleitores brasileiros. Mas isso, algum dia vai mudar...

sábado, 18 de setembro de 2010 Tags: 0 comentários

O estilo ninja de Steve Jobs


Steve Jobs é um cara extemporâneo. Ele é diferente. Seja nas suas qualidades e capacidade, seja nas doidices que ele vez por outra apronta.

A última aconteceu no Japão. O magnata da Apple foi parado no aeroporto internacional de Kansai. Ele tentava entrar na área de embarque com shurikens. Quem já assistiu algum filme ou desenho de ninjutsu deve se recordar das famosas estrelas ninja. Ele estava levando algumas na bagagem de mão.

Jobs argumentou que estava indo embarcar no seu próprio jato, e que não iria seqüestrar a si mesmo. Mas os policiais japoneses foram impassíveis, Jobs teve que deixar as shuriken no Japão. Ainda saiu dizendo que nunca mais voltava na terra do sol nascente.

Há quem cite o episódio como exagero, afinal se tratava do jato particular dele. Há quem veja no acontecido algo positivo, já que o magnata na Apple esta sujeito as mesmas leis que qualquer outra pessoa.

O fato em si não representa muito. O interessante é notar o timing dos usuários de internet e sua capacidade de brincar com as situações. Eu particularmente apreciei as paródias que foram feitas. Exemplo disso é o vídeo abaixo. E se Steve Jobs fosse um ninja, quem sabe um Akatsuki, e ninguém soubesse? Hehehe...