Olá para todos. Hoje é dia de falar de software. Vou abordar sobre

alguns dos programas mais importantes utilizados dentro do meio publicitário. Quando o assunto é criação, você certamente encontrar-se-á com alguns destes programas. Vou me deter nas linhas de softwares de três empresas: Adobe, Corel e Microsoft. São os padrões de mercado.
Começamos com o “Rei da manipulação de imagens”. Estou falando do fantástico Adobe Photoshop, padrão de mercado em matéria de tratamento de imagens. Apesar de não ser um o He-Man, o Photoshop tem a força (pelos poders de Grayskull!). A Adobe é uma das empresas mais influentes do seguimento de criação (basta recordar que a empresa conta com softwares como Indesign, DeamWeaver, Flash, Fireworks, Illustrator, Premiere e After Effects).
Todavia, o Photoshop é um caso à parte. Faz alguns anos que

o programa dita as regras no mercado de edição de imagens (note a quantidade de softwares que tem surgido nos últimos anos, seguindo os rastros do Photoshop; cito um que acho interessante: Paint.NET).
Outra observação pertinente a ser feita é que a interface do Photoshop foi padronizada para quase todos os outros softwares da Adobe. E a explicação é simples: integração! A empresa aposta que a interface do Photoshop está devidamente amadurecida, e que integrar seus principais programas ampliará a penetração deles como um todo. Programas diferentes apresentando uma interface em comum diminuem a curva de aprendizado final, pois, se a aparência é igual ou similar, o raciocínio dentro de cada software será simplificado.
Deixemos os “outros” de lado. Este espaço hoje é do Photoshop. Eu uso o Adobe Photoshop CS3, que é a versão atual do programa (a de número 10). A Adobe comercializa 3 versões do produto. O Adobe Photoshop CS3 apresenta muitas novidades em relação ao CS2 (particularmente adorei a evolução do plugin Adobe Camera RAW, que chegou à versão 4, ficando muito versátil e poderoso; arquivos RAW são espécies de negativos de câmeras digitais, e se manipulados apresentam uma flexibilidade que outros formatos de imagem não têm). Existe um Photoshop com poder ampliado, o Adobe Photoshop CS3 Estendido, que apresenta opções voltadas para manipulação de vídeos e de objetos 3D. Assim como existe um Photoshop com poder simplificado (voltado para a fatia de mercado deixado pelos outras duas versões, ou seja, aquelas pessoas que não querem gastar muito dinheiro ou não precisão de um programa tão poderoso; seria um Photoshop de baixo custo, e miraria também uma possível redução da pirataria do programa). Este é o Adobe Photoshop Elements, que se encontra na versão 6. Como se pode perceber, a Adobe mira nos diversos seguimentos possíveis, tentando inundar o mercado com os seus softwares.

Uma coisa seja dita, existem muitas soluções alternativas ao Photoshop, algumas até bem completas (como o Corel Paint Shop Pro, o Corel Photo-Paint ou o GIMP). Alguns existem em mais plataformas que o Photoshop. Outros têm recursos inexistentes no Photoshop. No entanto, nenhum
apresenta o poder e versatilidade do programa. Para os entusiastas do CorelDRAW eu digo o seguinte: nenhuma aplicação da Corel conseguiu encarar de frente este programa da Adobe. Comparar Adobe Photoshop CS3 e Corel Photo-Paint X4 é quase desleal. Os programas da Corel são muito bons. O CorelDRAW é um fenômeno de mercado. Porém, Photoshop é o Photoshop (afinal, mesmo não sendo um personagem vindo direto da série Star Wars, ainda assim, o Photoshop tem a força... E olha que nem existe um lado negro nessa história... hehehe...)! O software criado pelos irmãos Knoll é simplesmente fantástico (não sabe de quem eu estou falando? Então, da próxima vez que abrir alguma versão do programa, preste atenção nos nomes que aparecem nos créditos, ou depois de aberto, vá à ajuda, e clique na opção Sobre o Photoshop e veja quem aparece geralmente como primeiro nome; de brinde você ainda fica sabendo quem criou a jóia que é o plugin Camera RAW).
Bom, quero fazer algumas indicações para os interessados em maiores informações:
www.adobe.com/br/products/photoshop/photoshop/
www.truquesedicas.com/tutoriais/photoshop/
www.photoshop.com/express/
www.planetphotoshop.com/
www.photoshopsupport.com/
www.becck.com/
Adriano José Gonçalves
Projetos de lei em tramitação na Câmara Legislativa do DF pretendem reduzir o uso dos sacos plásticos em estabelecimentos comerciais.
As sacolas de plástico utilizadas nos supermercados do Distrito Federal podem estar com os dias contados. Estão em tramitação na Câmara Legislativa três Projetos de Lei (PL) que prometem pôr fim aos produtos compostos de Polietileno e Polipropilenos, considerados um dos maiores poluentes do planeta.
Ao que tudo indica o Projeto de Lei nº. 368/2007 do deputado Batista das Cooperativas (PRP/DF) e o Projeto Lei nº. 531/2007, de autoria do deputado Wilson Lima (PR/DF), devem ser aprovados ainda neste ano. Ambas as propostas sugerem aos estabelecimentos comerciais do DF a substituição de sacolas plásticas elaboradas a partir de resina sintética proveniente do petróleo por sacolas reutilizáveis, também chamadas de ecológicas.

O ideal é que este projeto seja aprovado a nível nacional.
O gerente regional do supermercado Comper (em Brasília), Gustavo Rodrigues, é a favor das propostas. Para ele, a medida deve reduzir o impacto ambiental causado pelo uso excessivo das sacolas. “Apoiamos a iniciativa, tanto que já nos adiantamos e, desde o ano passado, passamos a oferecer aos nossos clientes uma opção de sacola ecológica”, diz.
A idéia tem dado certo em todas as unidades da rede. Segundo Rodrigues, a procura pelo produto tem registrado um crescimento considerável e isso se deve à consciência do consumidor em querer fazer a sua parte. A procura pelo produto é grande e, em algumas lojas, já é preciso reabastecer os estoques. Desde a implantação, cerca de duas mil unidades já foram vendidas.
Um agravante que já precisa ser pensado é que a maioria dos consumidores utiliza a sacolinha dos supermercados para depositar lixo. Com o fim do seu uso, será preciso comprar os sacos convencionais – aquele azul ou preto –, que também é muito agressivo ao meio ambiente. Portanto, a lei precisa incluir esses fabricantes. Não adianta o supermercado fazer a parte dele, o consumidor fazer a parte dele, e a indústria continuar produzindo sacolas de plásticos feitas com derivados do petróleo.
Se cada um tiver esse compromisso com o planeta, todo mundo sairá ganhando, sei que como pessoa e como publicitário podemos ajudar nessa causa.
Existem alguns modelos de sacolas ecológicas, como a foto acima, e porque não trabalharmos em cima destas sacolas, com um trabalho bem legal? Hoje em dia as pessoas compram as sacolas, quem tiver visão pode trabalhar em cima delas (claro com um trabalho ético que envolva a empresa com a causa). Tenho certeza que veremos muitos trabalhos legais em relação a elas.
Mas não quero que pensem que só vejo o lado financeiro da coisa é que será realmente uma oportunidade de fazer uma publicidade de resultado, imagina uma sacola com uma estampa moderna bem bonita e com a logomarca de seu cliente circulando por ai? Detalhe tem que ser um trabalho legal para não deixar de ser agressivo ao meio ambiente e passar a ser uma poluição visual.
O importante é que todos possam entender que o meio ambiente exerce um papel fundamental em nossas vidas e que precisamos fazer algo urgente para melhorar nossa qualidade de vida.
Abraços,
Márcia de Araújo Pereira.
Desde abril, Conar já abriu 43 processos contra publicidade de bebidas alcoólicas. Mas a partir de 10 de abril algumas coisas vão mudar. Atualmente as propagandas têm apelo imperativo ao consumo, desperta a atenção de crianças e adolescentes, mostram pessoas que aparentam ter menos de 25 anos, exploram o erotismo, não são veiculadas apenas em programas de TV destinados ao público adulto e mostram a cerveja relacionada ao sucesso profissional, social ou sexual. Mas isto vai mudar, ou pelo menos querem tentar começar a mudar as cosias.
A Universidade Federal de São Paulo realizou um estudo mostrando que as propagandas de cerveja veiculadas na TV não respeitam várias determinações do código de auto-regulamentação da publicidade do Conar. Há quem diga que as mesmas não despertam o desejo de beber, mesmo fazendo uso dos apelos que fazem. É algo bem discutível, com certeza. Vale citar superintendente do Sindicato da Indústria de Cerveja, Marcos Mesquita, quando diz o seguinte: "Veja as propagandas de carro. Elas têm toda a questão do conforto, da velocidade, da imagem de poder... As crianças e os adolescentes adoram, mas não significa que vão comprar e sair por aí dirigindo”. É um assim complexo, mas que merece atenção.
Mas não é o momento mais adequado para analisar isto. Quero chamar atenção para outro fato. O Conar está implantando novas restrições para a publicidade de bebidas alcoólicas. Algumas coisas estão mudando.
No site do Conar encontram-se três novos textos que seguem como anexos criados e reformulados para o código de auto-regulamentação da publicidade. Novidades consideráveis estão surgindo, visando restrição maior da publicidade de bebidas alcoólicas. Após tantos processos, até que o Conar demorou a manifestar-se a respeito. A auto-regulamentação ficou mais específica e restritiva. Aguardemos para ver o que muda na prática. Podemos notar algumas coisas que começam desde já, como as indicações e alertas que não existiam até pouco tempo atrás.
Cito a Regra Geral disponível no “Anexo A” dos novos complementos recém publicados pelo Conar: “por tratar-se de bebida alcoólica — produto de consumo restrito e impróprio para determinados públicos e situações — deverá ser estruturada de maneira socialmente responsável, sem se afastar da finalidade precípua de difundir marca e características, vedados, por texto ou imagem, direta ou indiretamente, inclusive slogan, o apelo imperativo de consumo e a oferta exagerada de unidades do produto em qualquer peça de comunicação”.
Vamos aguardar e ver o que acontece. A publicidade vem sendo censurada. Será esta a melhor fórmula para melhor as coisas? Existirão outras soluções? Reduzir a liberdade de expressão é a melhor forma? Ficam no ar estas perguntas...
Até a próxima pessoal...
Edson Medeiros
Olá. Mais uma postagem, porém um pouco

diferente hoje. Quero falar de comunicação interpessoal, mas de um modo bem peculiar. O Blog Comunicólogos Promove nasceu como um trabalho de grupo para uma disciplina de faculdade. No entanto, parece que não vai terminar juntamente com a data de encerramento do trabalho. Wittgenstein dizia que “o que não se pode falar, deve-se calar”; mas estou angustiado por falar algumas coisas hoje. Assuntos em pauta: os outros autores deste Blog e o fenômeno da linguagem, especificamente a interpessoal.
Somos cinco os que mantemos este Blog: Luciene, Márcia (primeiro as damas, hehehe...), Felype, Edson e eu. Nos últimos dias, temos estreitado nossa comunicação e convivência, em boa parte devido a esta tarefa do Blog. Recordo que nos primeiros trabalhos de faculdade, dos quatro nomes supracitados, apenas o Felype estava no mesmo grupo que eu. E confesso a grande alegria que nós dois sentimos quando nos demos conta do novo grupo que havíamos formado. A consciência de que poderíamos esperar muito dos três novos companheiros de empreitada foi instantânea.

É notável a tranqüilidade que nos é transmitida quando encontramos alguém que nos acrescenta e complementa. Não que seja exclusividade dos três em questão provocar isto, mas compatibilidade de gênios não se escolhe, simplesmente acontece. A comunicação interpessoal parte do pressuposto que há outra(s) pessoa(s) com você, e que existe respeito entre ambos (pois sem respeito não existe interação, e, por conseguinte, não acontece comunicação).
Independente do progresso do “trabalho-Blog” estou muito satisfeito com os benefícios que o mesmo tem trazido. Encontrei pessoas que acrescentam muito para mim, e com as quais eu me ocupo e me preocupo. Importamo-nos muito uns com os outros, e é isto que constrói o significado da palavra grupo (derivada do italiano gruppo, termo do século XV que significa reunião, conjunto). Vai além de um trabalho ou de notas. Situa-se acolá de uma disciplina ou dever. Extrapola a circunstância ou ocasião. O turbilhão de grandes idéias que nasce da mente do Edson. A acidez crítica e a marcante disposição da Márcia. O comprometimento e capacidade de situar-se da Luciene. A racionalidade tecnológica e a ousadia do Felype. Tantos fatores que poderiam ser dispares, porém tornaram-se ímpares e complementares...
Voltando para a Comunicação. A linguagem é um fenômeno tipicamente humano. Ela nos define. Está incrustada dentro do nosso Ser. Nascemos para pensar; somos Homo Sapiens. Nascemos repletos de desejos; somos Homo Volens. Pertencemos a uma realidade eminentemente material; somos Homo Somaticus. Consistimos-nos em seres políticos, vivemos em sociedade; somos Homo Socialis. Todavia, falar é parte constituinte do ser humano. Nascemos falando e para falar, pois o choro do recém nascido já é uma forma de expressão (comunica algo). Somos seres falantes. Arquitetos lingüísticos. Artesãos das palavras.
Homo Loquens. Como ressalta Heidegger, “O homem fala. Nós falamos na vigília e no sono. Falamos sempre, até quando não proferimos nenhuma palavra, mas escutamos ou lemos, mas nos dedicamos a um trabalho ou nos perdemos no ócio. De um modo ou de outro, falamos ininterruptamente. Falamos porque o falar nos é inato”.
E é assim, falando da linguagem, que eu agradeço ao grupo do qual faço parte aqui neste Blog. Edson, Felype, Márcia e Luciene: é muito gratificante dividir este espaço com vocês. É assaz bom encontrar liberdade de diálogo e respeito em cada um. Boa vontade e comprometimento são tudo (independente do que aparece para quem não convive conosco). É com muita honestidade que digo isto: espero encontrarmos-nos daqui a três anos, formados, com um Blog ainda ativo, e celebrando nossa amizade (pois a amizade é o apogeu da intercomunicação; a luz da amizade devasta até as trevas mais profundas).
Um grande abraço!
Adriano José Gonçalves
Muitas vezes, não enxergamos o que está na ponta do nariz. Buscamos soluções complexas, temos idéias mirabolantes. Temos dificuldades de ver o simples.

Para ilustrar um pouco melhor o que estou querendo passar, observe a seguinte história:
“Chove”. Chove muito. O homem dirige com cuidado. Devido a um curto-circuito em seu carro, ele não pode ligar os faróis. Entra em uma cidade que não conhece bem. Todas as luzes, os postes, tudo na cidade está apagado algumas quadras adiante, um homem, negro, vestindo roupas escuras, começa a atravessar a rua. O carro se aproxima e... o motorista consegue enxergar o pedestre e evita o atropelamento. Como?
Existe uma abundância de respostas criativas para essa pergunta: Devido ao brilho do cabo do guarda chuva; devido a reflexos em poças d’ água; porque o pedestre fez barulho ao atravessar a rua; por que...
A resposta do enigma é muito simples: Era dia. Releia a história, em nenhum momento está escrito que estava escuro ou que era noite.
O que quero enfatizar é que para ser criativo não é necessário criar algo fora do normal, quem sabe este seja um diferencial, conseguir ver o óbvio.
Nos como publicitários precisamos ter essa sensibilidade, estamos em um mundo tão deslumbrado e fascinado em obter grandes campanhas, disputando quem lança uma novidade primeiro que perdemos a chance de mostrar o simples que muitas vezes se torna o grande

como diz o ditado popular é através de coisas pequenas e simples que as grandes são realizadas.
Que há diferentes maneiras de dizer a mesma coisa nos já percebemos. Às vezes, uma situação desfavorável pode ser revertida com uma boa comunicação. "Uma boa idéia não surge do nada. Ela resulta de um” salto criativo “, dado em cima de uma orientação clara espelhada na mensagem. Quanto mais inspiradora e relevante ela for, melhor será a idéia criativa daí resultante".
Uma campanha pode ser tecnicamente brilhante, ganhar prêmios de criatividade, mas, na prática, não atingir o alvo e fracassar por completo. Se os consumidores a quem a mensagem supostamente deveria se dirigir não a perceberem, também não irão identificá-la como dirigida a eles e não a reterão em suas mentes.
No meu ponto de vista saber ouvir é o fator mais importante para observarmos o óbivu. Saber ouvir é muito mais do que escutar e darmos a nossa interpretação conforme desejarmos ou baseada nas nossas próprias limitações. Saber ouvir é cultivar a difícil arte da empatia que é a habilidade de se colocar no lugar do outro e prestar muita atenção no significado das palavras, na maneira em que a pessoa está transmitindo, no seu estado emocional, seus limites e conhecimentos; é olhar para os seus olhos, é perguntar se houver dúvidas, é evitar interpretar ou "alucinar" a partir do que foi dito.

O mesmo princípio da empatia se processa para quem deseja se comunicar. Para conseguir um ótimo resultado, basta colocar-se no lugar do outro e gerar estímulos adequados conforme o jeito do outro funcionar, de processar informações, de entender conforme o seu nível cultural ou limitações de vocabulário, conceitos e experiências pessoais.Então é isso, que possamos apurar nosso olhar publicitário também através do simples a nossa volta.
Márcia de Araújo Pereira
Olá meus caros amigos e amigas, estamos aqui pra discutir o Web 2.0, aí você pensa assim: esse $#@%!&*)²³£¢¬ do Felype está falando de que?
Calma, muita hora nessa calma, estou aqui eu o majestoso, magnífico, amoroso, noivo Felype Abreu Silva, para mostrar a realidade e adiantar um pouco a matéria que provavelmente iremos ver com o Rodrigo, o WEB 2.0.
O termo Web 2.0 é nada mais nada menos, para descrever a segunda geração do World Wide Web, e antes de me chamar daquele nome de novo, é outra coisa simples, relaciona com aquele “www” que vocês digitam para entrarem em um site. Isso mesmo é a internet nossa de modo geral.
O Web 2.0 vem com a tendência de reforçar o conceito de trocas de informações e colaboração dos internautas com os sites e serviços virtuais.
Creio que só com isso aqui vocês internautas, que estão lendo este post está pensando assim:Eu acho que estou fazendo parte dessa nova geração.É óbvio, o blog, esse mesmo que você está incerido, contido, unido, matematicamente introduzido pelos cálculos binários do seu micro é um exemplo fortíssimo e mais popular que há. Está entre as primeiras ferramentas de Web 2.0 a serem usadas amplamente, sem contar que é disponível para milhões de usuários.
Outra ferramenta que está na “febre” da internet ultimamente......tchan tchan tchan tchano Winkpédia que é um tipo de Wink, ou seja, cerveja, to zuando....ou seja, páginas comunitárias na internet que podem ser alteradas que tem direitos de acesso, ai que entra o Winkpédia: uma enciclopédia on-line escritas por leitores.
Pessoal da nova geração, a segunda geração, Web 2.0 está aí presente, muitos consideram a Web 2.0 uma golpe de marketing, pois esse tipo de conceito dado ao termo já era tendência da internet acontecer isso, porém que fique apenas entre nós, quem ganha com isso tudo sendo ou não a segunda geração é quem?
Assim fico aqui, ali, em curvelo com minha namorada, com mais esse compartilhamento de informações por tanto mostrem que vocês internautas, são a nova geração e não a internet apenas, sejam opinativos e curiosos, internauta é isso, liberdade com maturidade usem-na para a World Wide Web.
Ah e se alguém perguntar como você sabe tudo sobre isso pense em min, chore por min!
Obrigado!
Felype Abreu Silva
Belerofonte, a Quimera e a Comunicação
Saudações! Convido-vos a embarcarem comigo em uma viagem imaginativa rumo à Grécia Antiga, berço dos mitos e lendas mais significativos do Ocidente. Quero fazer o
diálogo entre um mito grego e a Comunicação, tal qual vem sendo-nos apresentada no decorrer do curso. Bom, um mito deve começar com um herói! Vou deixar Hércules para outro dia. Hoje é dia de falar de Belerofonte. Alguém conhece este nome? Acredito que não. É um nome pouco recordado. Mas é um nome que não aparece sozinho. Falar de Belerofonte é falar igualmente do Pégasus e da Quimera. Belerofonte era um arqueiro grego, que um dia resolveu domar o cavalo alado Pégasus. Com a aquiescência dos deuses, ele conseguiu este feito. Porém, todo herói atrai inveja e receio. Isto aconteceu com o novo dono do Pégasus. Para livrar-se de uma situação complicada viu forçado a fazer alguns “trabalhos perigosos” (coisa de herói mesmo, se é que me entendem). Assim, Belerofonte foi enfrentar a Quimera. No entanto, o que é uma Quimera? Tente imaginar o seguinte: "Ela tinha a parte dianteira de um leão, a cauda de um dragão, e sua terceira cabeça, a do meio, era de bode, da qual cuspia fogo. E ela havia devastado o país e devorado o gado; pois era uma única fera com o poder de três."
Isto é uma Quimera! Vejam que não é qualquer coisa (ninguém encontra com uma Quimera pela rua todo dia, hehehe...). Porém Belerofonte enfrentou a Quimera. E concretizou grandes feitos, porém pagou por sua arrogância. Como? Não vou contar! Aqui termino o mito. (se quiser saber como foi a luta dos dois, faço uma indicação: pesquise no Google). O importante aqui não é a história em si, mas os seus personagens. Agora, como bons comunicólogos, vamos ao que realmente interessa: onde Mitologia Grega e Comunicação encontram-se?
Teçamos um paralelo entre este mito e a comunicação em si. Belerofonte contra a Quimera pode ajudar-nos a visualizar melhor a questão do interlocutor, daquele que transmitirá uma dada mensagem. No processo de comunicar-se estão implícitas algumas coisas, tais como: alguém que fala (interlocutor), o que é falado (mensagem), onde é falado (veículo), e para quem é falado (receptor). Vamos nos deter no interlocutor por enquanto.
Diante das pessoas, escolho caminhos que posso seguir ao transmitir minha mensagem. Um dos caminhos nos é apontado pelo herói Belerofonte: audácia cercada de arrogância. Ninguém pode presumir-se tão
consciente ou sapiente, que consiga transmitir qualquer coisa em qualquer circunstância. Não posso levar uma mensagem estando cheio de mim, e do tamanho dos meus feitos passados. Cada desafio é algo novo. Cada praça e público exigem artifícios distintos. Mas o interlocutor “tipo Belerofonte” pensa apenas no que vai transmitir, e não em como ou para quem. Praças diferentes exigem estratagemas distintos.
Do outro lado, existe o caminho da Quimera. Posso trabalhar tanto a minha mensagem propriamente dita, sem pensar na minha habilidade com a linguagem ou o veículo que a transmitirá. Sem pensar na recepção dos outros para a minha mensagem. Embelezar o que se transmite é um erro comum. É pecar pela beleza lingüística em prol da fragmentação do entendimento da mensagem. É “falar, falar, falar”, sem nada dizer. Aqui a mensagem metamorfoseia-se em um monstro. O que é falado tenta devorar quem ouvi. O interlocutor lança Quimeras para um ou mais receptores.
Se me acompanharam no passeio imaginativo, chegaram ao fim dele com dois fenótipos: Belerofonte (arrogância individual) e Quimera (exagero da estética lingüística). O bom interlocutor deve trabalhar sobre sua mensagem levando em consideração todos os fatores supracitados: mensagem, veículo, receptor e a si mesmo. A mensagem deve ser elaborada tendo-se em vista a própria cultura e as formas de expressão que serão utilizadas, sempre recordando-se de a quem será transmitida. O veículo deve ser trabalhado em todo o seu potencial, pois diferentes veículos abrem possibilidades distintas para o que será comunicado. O receptor é o alvo da mensagem, então devo partir dele ao elaborar a mesma, e definir os artifícios que farei uso. Ele é o foco! Devo trabalhar sobre toda esta base se desejo obter êxito neste empreendimento.
A viagem mitológica de hoje finda aqui. Não vamos voar demais, pois heróis como Belerofonte também caem dos seus Pégasus. Afastemos os monstros. Não precisamos de Quimeras vagando soltas ao nosso redor, devastando tudo. Termino com uma citação de um escritor que aprecio muito.
“Aquele que luta com monstros deve cuidar-se para que não venha a tornar-se também um monstro. Se você olhar por muito tempo para dentro de um abismo, o abismo também olha para dentro de você”.
(Friedrich Nietzsche)
Adriano José Gonçalves
Continuando o assunto sobre o “olhar publicitário”...
Hoje é dia de treinar mais uma vez este olhar, mas longe do futebol. Hoje é dia do “olhar publicitário” deter-se na literatura. Recentemente fiquei impressionado ao ler um livro: Um Estudo em Vermelho, de Sir Arthur Conan Doyle, alguém conhece? E se eu falar que é o primeiro livro do famoso personagem Sherlock Holmes? Pois é, o Adriano me indicou, me emprestou, e eu li. E quero falar de como “vi” este livro e do que acrescentou ao meu modo de enxergar algumas coisas.
Sinceramente, acho que o Sherlock antecipou os computadores. Ele raciocina tão fácil. E percebe as coisas nos seus “míiiiiiinimos detalhes” (hehehe...). O que faz a diferença entre Sherlock e os outros é isto, o seu olhar aguçado, treinado para não deixar escapar a sutileza das coisas, por menos significativas que possam parecer.
Já ouviram falar de brainstorming? Eu sei que já. Mas e de mindstorming? Uma tempestade de idéias individual recebe este nome. Nota: Sherlock Holmes faz isto o tempo todo. Quando se lê as coisas que ele diz você assusta. Não tem lógica! Mas quando vem a explicação, é bem mais simples do que parece. Ele não deixa escapar nenhuma possibilidade, por mais absurda que pudesse parecer.

Ou como o próprio diz: “Quando se extrai o impossível do possível, o que resta, por mais improvável que pareça, é invariavelmente a verdade”.
Dá para perceber que eu gostei muito da leitura, não é? Com certeza foi o primeiro de muitos que vou ler (principalmente se o Adriano me emprestar os outros hehehe...). Mas falando em matéria de publicidade, Sherlock me mostrou o valor de “chocar as idéias”, e que se eu não puder fazer isto com alguém, eu consigo fazer isto sozinho.
O importante é o dinamismo, o tráfego de idéias. É isto que com certeza constrói um grande diferencial. Outro fator que não posso deixar passar é óbvio: os detalhes. O “olhar publicitário” não pode discriminar nada. Os detalhes são fatores primordiais na campanha publicitária. Conseguem imaginar como isto pode ser um diferencial dentro de um processo de briefing e planejamento? Ou no momento de definir como trabalharemos a mensagem principal da campanha dentro de praças diferentes?
O bom publicitário deve aprender a “lição de Sherlock Holmes”. Deve conseguir notar as sutilezas, aprendendo a antever (ver antes, observar com antecedência). Nem tudo é elementar meus caros, mas o que realmente for não deve ser permitido escapar por nada. Vamos começar a treinar isto, porque pode ser o que lá na frente diferirá cada um de nós dos vários publicitários que se formam anualmente nas mais diversas faculdades. Valeu! Até a próxima. Brigadúuuuu...
Edson Medeiros Rodrigues Maciel
Olá pessoal! Hoje vou falar sobre algo que passou a ter ainda mais importância para mim após a entrada na Faculdade, o teatro, e como através dele obtive melhorias no meu processo de comunicação.
Sempre tive um interesse muito grande no que diz respeito a essa arte e a partir de 2007 tive a oportunidade de me aprofundar neste mundo tão atraente. Estou há um ano e meio fazendo o curso, e consigo perceber algumas mudanças.
Os cursos são ministrados tanto para interessados em ingressar na carreira artística quanto para aqueles que procuram atividades prazerosas, que ajudem a relaxar, evitar o stress e até mesmo vencer a timidez. O teatro permite melhorias na postura corporal e vocal, desenvolve a criatividade, proporciona segurança e bons resultados nas atividades do dia a dia. As disciplinas abrangem a interpretação, improvisação, expressão corporal e expressão vocal.
Descobri que muitas dificuldades de comunicação ocorrem quando as palavras têm variedade de sentido. O significado das palavras não está nelas mesmas, mas nas pessoas (no repertório de cada um e que lhe permite decifrar e interpretar cada uma). Mas pessoas não se comunicam apenas por palavras. Os movimentos faciais e corporais, os gestos, os olhares, a entoação são também importantes: são os elementos não verbais da comunicação.
Alguns psicólogos afirmam que os sinais não-verbais têm as funções específicas de regular e encadear as interações sociais e de expressar emoções e atitudes interpessoais. Abaixo estão algumas nas quais podemos nos identificar. Veja que interessante:
a) Expressão facial: não é fácil avaliar as emoções de alguém apenas a partir da sua expressão fisionômica. Por vezes os rostos transmitem espontaneamente os sentimentos, mas muitas pessoas tentam inibir a expressão emocional.
b) Movimento dos olhos: desempenha um papel muito importante na comunicação. Um olhar fixo pode ser entendido como prova de interesse, mas noutro contesto pode significar ameaça, provocação.
c) Postura e movimentos do corpo: os movimentos corporais podem fornecer pistas mais seguras do que a expressão facial para se detectar determinados estados emocionais. Por ex.: inferiores hierárquicos adotam posturas atenciosas e mais rígidas do que os seus superiores, que tendem a mostrar-se descontraídos.
d) Comportamentos não-verbais da voz: a entoação (qualidade, velocidade e ritmo da voz) revela-se importante no processo de comunicação. Uma voz calma geralmente transmite mensagens mais claras do que uma voz agitada.
Assim são os seres humanos, desdobram-se em um mundo de relações interpessoais e intercomunicação. Somos seres falantes, mas nem tudo que comunicamos é verbalizado. Existem muitas outras formas de expressar-se, além da fala propriamente dita. Nós, futuros publicitários, temos de ser hábeis em nossas formas de expressão. Devemos ser poliglotas, mesmo falando uma língua apenas. Este é o meu recado de hoje! Até a próxima! Beijos!
Luciene Duarte Carvalho
A publicidade tem um mecanismo muito interessante, enraizado em fatores psicológicos, e eu vou falar um pouco sobre isto hoje. É interessante notar o caminho seguido pelas campanhas publicitárias para levar uma dada mensagem para dentro da mente dos consumidores. É um cenário complexo, por isso vou fixar-me em um ponto, a percepção do consumidor e a sua atenção ao que lhe é oferecido pelos veículos de comunicação.
Toda campanha publicitária, independente do produto trabalhado, visa algo específico. Em um primeiro momento é simples, os anunciantes querem atenção. Esta será trabalhada em toda a continuidade da propaganda e/ou campanha. Mas é bom fixar isto. No primeiro instante, o que conta é fazer-se perceber pelo consumidor. Produto que não é notado, não é comprado! Isto é fato!
Porém, como se dá esta percepção das coisas? Isto é interessante, porque não existe apenas uma forma de atenção. Curioso como não nos damos conta imediatamente disto. Só notei os diferentes níveis de atenção ao ler um livro do Armando Sant’Anna.
A atenção é em um primeiro momento espontânea. O Armando Sant’Anna fala em uma “inquietude afetiva”, um rompimento provocado por algum choque. Acredito que seria uma espécie de “atenção flutuante”, que espontaneamente “pousa” sobre algo. Eu não determino que minha atenção pare em algo. É espontâneo, acontece meio que por si mesmo. Note que é o nível mais básico de atenção. Uma percepção quase que casual das coisas.
Porém, existe também a percepção voluntária. É quando eu digo que minha atenção deve parar diante de um objeto dado. Nada flutua. Aqui eu comando o caminho feito por minha atenção e determino que ela deva dirigir-se para um lado, e não para outro. E que ela deva parar em um objeto e não em outro. Eu tenho consciência do que percebo, e posso cessar de perceber em qualquer momento, basta querer.
Portanto, talvez possamos falar em atenção indireta e direta, respectivamente. Em uma eu sou passageiro da minha percepção. Em outra, sou o guia dela. Mas resta ainda outro nível de atenção. Armando Sant’Anna chama-o de atenção fascinada. É quando você deslumbra-se diante de algo. Fica-se de tal modo fascinado, que se desaparece diante do objeto. Acontece o que eu gosto de chamar de encantamento, pois a atenção transforma-se em contemplação.
Aqui se abre uma questão. Qual nível de atenção os publicitários devem buscar provocar nas pessoas? Bom, a atenção espontânea é passiva; a voluntária é ativa; a fascinada é automática. O bom publicitário deve saber quando trabalhar em cima da manifestação de cada uma. A atenção fascinada compensa quando se quer provocar um mecanismo automático, um impulso do consumidor. A atenção voluntária merece ser trabalhada quando se deseja um impacto mais imediato no consumidor. É um nível mais determinante de atenção. A atenção espontânea pode ser usada quando o publicitário fará uso de longas campanhas. Assim provoca-se uma percepção inicial, que será mais refinada posteriormente com a provocação dos outros níveis de atenção.
O que uma campanha não pode é deixar de ser percebida pelo consumidor, independente do nível de percepção trabalhado. Recordando as palavras citadas pelo professor Júlio Pinto no Publimix: “Existir é ser percebido” (George Berkeley).
Márcia de Araújo Pereira